Publicado por: Mr. T | setembro 19, 2008

O (desastroso) encontro na taverna (2)

Os homens atacaram.

Estranhamente, outros personagens até agora desconhecidos surgiram para enfrentar os perseguidores da jovem.
Um homem-demônio, usuário de magia arcana e uma elfa caçadora das florestas, que estavam próximo às duas mulheres no balcão, também se posicionaram para luta.
Uma figura que tentava se passar despercebido tentando ouvir nossa conversa, saltou sobre a mesa numa admirável agilidade e distribuiu adagas em direção de todos os oponentes.
A esquentada Burork já se dirigiu para o inimigo mais próximo com espada em punho, e ao observar até mesmo Thundersword se armar, percebí que não teríamos outra escolha, todos naquele lugar já estavam envolvidos.

Foi tudo muito rápido, acho que eu estava realmente a muito tempo sem um confronto direto. Não pude fazer muito, além de invocar o poder arcano para colocar alguns oponentes pra dormir, infelizmente, sem muito sucesso.
Próximo de mim, sentí o calor do fogo de uma explosão da lareira e a jovem Burork, literalmente em chamas, ceifar a vida do inimigo com um único golpe!
Por fim, acabei por ficar observando a ação daquele grupo estranho, a Paladina de Selune e Thundersword se aproximaram para um combate direto ao mesmo tempo em que se posicionavam entre os perseguidores e a clériga.
A elfa e o tiefling ficaram ao fundo com ataques de flechas certeiras e raios de energia arcana. O jovem encapuzado também se mantia afastado com suas adagas certeiras.
A Clériga, com confiança revigorada pela ajuda inesperada, declamava suas preces a Sune enquanto rosas afiadas partiam de sua mão em direção dos inimigos.O grupo não me parecia de todo mal, afinal de contas.

Em pouco tempo o fogo já tomava boa parte do estabelecimento, como se a gordura de sujeira ajudasse aquilo a queimar ainda mais rápido. Os inimigos foram vencidos um a um e todos tentamos sair da taverna.
A Paladina e a Clériga exitaram em sair rapidamente pois tiveram que voltar para pegar alguns fregueses que participaram da luta escondidos sob algumas mesas. Por minha vez, reuní forças para efetuar minha fuga daquele incêndio e carregar o arremeçador de adagas que estava confuso com um ataque inimigo que sofreu, ele se mostrou, pra nossa sorte, mais leve do que aparentava e pude tira-lo de lá.

A uma distância segura, assistimos o espetáculo das chamas purificadoras consumirem de vez a velha e suja taverna.
Muita coisa precisava ser explicada.

Anúncios

Responses

  1. Doido!


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: