Publicado por: Mr. T | outubro 1, 2008

Explorando Winterhaven

Ao passar pelos portões, os vigias nos barraram para inspeção. Por sorte estavamos com Marisol, que aparentemente possui uma boa fama por lá, por azar, os guardas afirmaram que o regente da cidade ordenou ser avisado assim que a própria retornasse de sua viagem.

O que isto poderia significar?
Como passar por eles sem levantar suspeitas?

Bom, com o nervosismo da jovem e de nosso recente grupo, foi uma sorte não termos sido presos logo na entrada. Um dos guardas foi mesmo avisar o regente mas podemos, enfim, entrar na cidade e terminar nossa pequena viagem.

A caminho do templo de Sune passamos pelo mercado da cidade. Conhecemos Rivail, um humano que vive do comércio de peixes e estava tendo muitos problemas com kobolds na East Way, atravessando a cidade.
Alguns de nós prometeram dar uma olhada e erradicar qualquer bando de kobolds molestadores de mercadores. Outros de nós estavam preocupados com informações mais valiosas.

Finalmente, ao chegar no templo fomos recebidos por Irmã Linora, a responsável pelo templo e superior de Marisol.
Ela agradeceu por termos ouvido o pedido de ajuda e contou-nos sobre a movimentação às escondidas do culto de Shar. Aparentemente, ninguém sabia exatamente quem eram os responsáveis.
Irmã Linora nos forneceu 4 poções de cura e a indicação para nos hospedarmos na taverna Wrafton.

Na taverna, conseguimos informações preciosas com a senhorita Salvana Wrafton. Dentre um levantamento geral sobre a cidade, a existência de uma torre que abriga um único mago ancião me pareceu bastante tentadora.

Entre outras informações, eu e Dedrick resolvemos ir até a torre de Valthrun, o ancião, antes do anoitecer. Eu esperava coletar alguma informação sobre o Forte Keegan. Não sei as motivações de Rutger Dedrick.
No caminho, os olhares de vários transeuntes nos fez perceber o quão estranho um eladrin e um tiefling caminhando displicentemente pelas ruas daquela pacata cidade poderia ser.

Em alguns minutos, a imagem de uma torre solitária surgiu em nossa frente.
Nos aproximamos com cuidado, podíamos sentir o poder arcano em cada grão de pedra daquele lugar.
Ao vislumbrar a aparência quase fúnebre da torre percebemos que ela estava sobre uma forte e permanente magia, a torre aparentava ser muito mais nova do que era realmente.
Ainda que todos saibam que ela era a construção mais antiga da cidade, ninguém devia disconfiar que aquela torre poderia ter muito mais de 1000 anos de idade.
Ao batermos na aldrava, fomos recebidos por uma voz mágica que mandava embora todo e qualquer visitante, chamando-os todos de vendedores.
Insistindo em nosso acesso, conseguimos ler, num alfabeto antigo, as inscrições em sua porta:

Apenas os Irmãos Arcanos são Bem Vindos, se Provarem seu Valor.

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