Publicado por: Mr. T | outubro 8, 2008

Explorando Winterhaven (2)

Por um segundo não acreditei que um enigma tão simples poderia ter sido colocado naquela torre que emana  tanto poder mágico.
Mas, lembrei-me da ausência de estudiosos arcanos na cidade. Provavelmente, não haveria alguém que sequer pudesse ler meia dúzia de palavras em dracônico.

Me afastei um pouco e comecei a proferir as palavras e gestos mágicos para um encantamento simples, antes que pudesse terminar e cedo o bastante para encerrar o encantamento, a porta se abriu.

Eu e o tiefling entramos no lugar. Como imaginávamos, era MUITO maior do que aparentava ser.
Do alto, ouvimos passos incertos e algo batendo. Surgiu aos poucos a figura de um humano velho usando um cajado como bengala.

Ele se apresentou como Valthrun, o guardião da torre. Se mostrou estranhamente feliz em nos ver, na verdade, mal tivemos chance de dizer nossos próprios nomes.
Valtrun respondeu algumas poucas perguntas sem nos dar mais informação que o óbvio, ele era o guardião daquela torre a décadas e seguidor de Oghma, o deus do conhecimento, assim como eu.

Rutger disse a ele que procurava informações sobre seu mestre Douven Staul e o mago humano ficou tão surpreso quanto nós, Staul era aprendiz dele e foi a pessoa que ele convocou para vasculha o Forte Keegan em busca dos ossos do dragão Shandraxil.
Decidido ir a busca de seu mestre Rutger decidiu sair o quanto antes em direção a Thunder Peaks, Picos do Trovão. Valthrun mal precisou formalizar seu pedido.

Valthrun tentava investigar por sí próprio, mas seu dever de proteger a torre lhe proibia de extender sua busca.
Por fim, ele ainda nos forneceu alguns mapas e uma informação estranha, disse que talvez fosse preciso trazer o dragão de volta a vida para alcançar nossos objetivos.

Entardecendo, resolvemos voltar à taverna Wrafton, reagrupar e ter uma noite de descanso antes de seguirmos viagem.
Mal sabíamos que a noite seria muito mais longa do que gostaríamos.

Chegando na taverna encontramos Jelly Burork em estado de semi-consciência.
A princípio achei que fosse apenas um caso de bebedeira, típico desses humanos, mas logo percebí que havia algo além disso. Ela mal sabia onde estava e como tinha chegado alí, nem mesmo o que acontecera no fim de tarde daquele mesmo dia.

Não mais que de repente, ela retoma a consciência.
Disse que visitou a milícia da cidade e descobriu que Rond, o chefe da milícia, é o espião do culto de Shar.
Antes que pudéssemos expressar nossa surpresa, um comando de prisão foi ouvido à porta da taverna, e um dedo indicador apontava exatamente ao nosso grupo.
Lorde Dusair, o regente, acompanhado de Rond e mais de uma dúzia de soldados já haviam cercado as saídas e vinham em nossa direção.

Sem muitas escolhas, não acreditei que fosse uma luta que poderíamos vencer, usando minha habilidade de teletransporte, fey step, tive a única chance de sair daquele lugar e encontrar o restante do grupo. Não podemos simplesmente lutar contra toda a milícia da cidade e seu regente, precisávamos de aliados.

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