Publicado por: Mr. T | novembro 30, 2008

contra-ataque | episódio #4

Sem delongas, partimos para o nosso destino.
Não tinhamos tempo de sobra e não sabíamos qual o tipo de reforços que os homens da milícia poderiam ter.

Alguns kilômetros na estrada, chegamos no início de nosso objetivo, o início do que pode ser a nossa grande jornada.
Algumas lendas de meu povo dizem que existe uma grande jornada para cada criatura.
Uma jornada que transforma e até termina com a sua vida, mas que de uma forma ou de outra, é impossível fugir dela.
Que seja, não temos mais o que fazer, e se não fizermos algo, não teremos mais para onde ir.

Kalian, o arremeçador de adagas partiu furtivamente para avaliar a situação.
À nossa frente, um acampamento kobold barrava nosso acesso à entrada do que seria o esconderijo dos milicianos.
Tinhamos que entrar em segredo e enfrentar essas pequenas criaturas malévolas, e mais o que tivesse dentro daquele covil.
Ele retornou em pouco tempo, disse q “limpou a área”, e q podíamos avançar até a entrada de uma caverna, onde existia uma concentração maior de inimigos.

Hora da desforra, aqueles kobolds não teriam tempo de gritar por suas vidas.
Seguindo orientações de Thundersword teríamos que atacar todos ao mesmo tempo, qualquer tentativa de separar aquele grupo de guarda iria fazer com que entrassem na caverna, selassem a porta e chamassem reforços. E não queríamos isso.

Nos posicionamos e avançamos.
Eram algo próximo de 12 kobolds. Entre eles, alguns q carregavam escudos e lanças e outro clérigo, com suas magias oriundas de um deus dragão.
Não tiveram chance.
Ao morrer, o clérigo ainda tentou enviar uma mensagem a alguém que ele chamou de “Dente de Ferro”.
Pois bem, aproveitei do utilitário arcano (uma pedra de aparência ordinária utilizada p enviar mensagens curtas) para mandar algumas boas mensagens ao tal Dente de Ferro.
Ele já sabia que chegávamos, plantar um pouco de medo e raiva em seu coração poderia não ser tão útil em batalha, mas nos tranquila.

No primeiro salão de entrada, novo confronto.
O espaço era apertado mas não foi tão dificil. De repente, ouvimos sons de trás, queriam nos emboscar.
Esses kobolds me irritavam cada vez mais.
Me posicionei na retaguarda para recebê-los com mais algumas ondas de choque arcano.

Kalian veio ao meu lado e conseguimos segura-los até a chegada de nossos reforços.
A próxima etapa parecia ser um pouco mais complicada.
Um grande salão, com um rio subterrâneo no meio e dois hobgoblins arqueiros em locais estratégicos no meio do rio, pisando em grandes pedras.
Ao tentar observar, nosso ladino Kalian foi recebido por uma grande flecha que lhe rasgou o ombro. Mais um pouco teríamos a companhia de um ladino maneta.

Enquanto tentávamos desferir alguns ataques à distância, e algumas criaturas ainda emergiam das águas, ouço mais kobolds barulhentos se aproximarem por tras para nos emboscar novamente. De onde, afinal, aquelas criaturas estavam vindo.
Mas dessa vez, elas é que foram surpreendidas por uma bela carga de fogo mágico deste que vos fala.
Uma dúzia de kobolds reduzidos a cinzas.
É mais do que merecem por meses de roubos e assassinatos à mercadores daquela região.

Um kobold fugiu enquanto os hobgoblins eram derrotados.
Nos mostrou a porta que provavelmente levava ao seu chefe. Fugiu tentando me ofender com aquela voz esganiçada. Responderei as ofensas sobre o seu pequeno cadáver.

Assim que conseguíssemos atravessar aquele rio…

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